domingo, abril 30, 2006

 


CLIQUE NO LINK E CONFIRA






http://br.geocities.com/lucasfeiticeiro/2004_11_01_archive-o.html

 

Textos que publiquei e que viraram destaque


Coisas que já publiquei na web e que viraram destaque -Pergunte ao Senador PUNIÇÃO SÓ PARA OS POBRES Marcelo Bonfim Coimbra, de São José da Barra (MG) "Gostaria de saber por que uma pessoa pobre, quando comete um pequeno delito, fica vários anos na cadeia e uma pessoa rica, que rouba milhões do povo, é presa pela manhã e solta à tarde." O senador Cristovam Buarque (PT-DF) responde: "Marcelo, desde o tempo em que o Brasil era império, tudo que o país tinha era em benefício de uma minoria. E isso continua. Por exemplo, uma pessoa que consegue terminar a universidade recebe bolsa para continuar estudando e fazer doutorado. Aquele que ainda não aprendeu a ler não recebe bolsa para ser alfabetizado. Mesma coisa ocorre com a Justiça. É uma Justiça que foi feita para servir sobretudo à minoria privilegiada, que pode pagar bons advogados e que tem leis que, inclusive, a protegem. Por isso, quem rouba um pão é preso, e quem rouba 1 milhão fica solto. No Brasil, as leis são feitas sobretudo para beneficiar uma minoria privilegiada."Fonte Jornal do Senado"
http://www.sumare.blogger.com.br/2004_11_01_archive.html Pobre preto e sem grana Você esta frito no Brasil ser for pobre,preto e analfabeto .para não perceber que esta questão é muito mais explícita do que parece,no Brasil ser bra nco(e de menor) e ter dinheiro é a certeza da impunidade quem esta nesta situação deita e rola. Mais de 70% da população carcerária no Brasil é preta... E o resto deve ser Pobre.Bem antigamente eu estava numa delegacia cuidando dos documentos de um carro e vi uma cena típica do Brasil.Um riquinho tinha cometido uma inflação(ou crime não fiquei sabendo direito)Sabe como ele compareceu ?com diversos Advogados para ensinar ele o que falar no depoimento.Foi tratado com tanto mimo,que parecia aquele casal do UNIBANCO.
Você sabe com quem esta falando Estas coisas não são raras.Quem realmente é um Doutor não liga para estas bobagens.. À mesa do gerente do banco, chega um senhora aparentando uns 20 e poucos anos. Com o peito estufado de razão, diz-se indignada com a atendente que não acatou a sua solicitação. O gerente, já mais do que acostumado com casos assim, deixou a cliente falar a vontade. Dizia ela que havia pedido para que em seu talão de cheques fosse timbrado uma abreviatura - Dr. - antes de seu nome. A atendente se contorceu na tentativa de convencê-la de que aquilo não era possível mas a(suposta) doutora insistiu em falar com seu superior. E lá estava ela diante do gerente que, por trás de sua mesa repleta de papéis, ouvia toda a sanga daquela senhora trajada toda de branco, do casaco aos sapatos. Ao término do discurso o gerente se debruçou na mesa e com os olhos apontados para os dela disse:Solucionaremos o seu problema. Se o senhora é uma doutora, tem total direito de exigir tal título em seu talão de cheques. - Enchendo a cliente de verdade, deu sua cartada final - Basta o senhora apresentar seu diploma de doutorado que imediatamente inseriremos o título em todos os seus impressos. A cliente, de nariz empinado, se ruborizou de tanta vergonha. Enfiou o rabinho entre as pernas como dizem por aí - e resmungou : Mas não tenho doutorado. Sou bacharel em medicina. O gerente então, que já havia pressuposto o desfecho, recostou-se de volta à sua cadeira giratória e encerrou: Então não há nada que se possa fazer.Passe bem.

quinta-feira, abril 27, 2006

 

Sem saida

Clique na imagem para ampliar.E depois salvar como ! faça o teste na calma.
Olá meu nome é Antonio.Moro em Sumaré SP.Guardei este teste por 36 anos.Época em que trabalhei na General Motors_GMB.Em São Caetano do Sul SP.No período de 1968 a 1976.Neste 8 anos de serviço trabalhei como inspetor de controle de qualidade.Dei meu sangue a eles e nada ganhei em troca.Recebi o que A Luisa recebeu atrás da horta.Naquele tempo não havia correção monetária nas aposentadorias,nos dois anos que fiquei esperando sair a minha aposentadoria a infração comeu mais da metade.Se fosse só isso até que estaria bom,mais a coisa é bem pior.Não sei se foi o governo FHC ou o Collor que desvinculou as aposentadorias do salário mínimo e hoje nos os aposentados daquela época estamos na maior penúria.De acordo com o Senador Paim .A defasagem esta chegando a 70%.Se acaso você quiser fazer um donativo me mande um e-mail mailto:renno385@hotmail.com
TESTE SUA INTELIGÊNCIA.Não vale malandragem.Isto é não pode apontar com caneta e nem com o dedo.Tem que ser só com os olhos.Enfatizo não qualquer indicador.A tabela é a seguinte.Se você levar menos de 8 minutos para contar sua inteligência é extraordinária.De 9 a 12 inteligência privilegiada.De 13 a 17 inteligência normal.Mais de 17 minutos você esta abaixo do normal.Se cuide ?

quarta-feira, abril 26, 2006

 

Sua auto imagem



Você está satisfeito com sua imagem?Faça o teste* a seguir e descubra se a atenção que você dá ao seu corpo é normal, está passando dos limites ou já virou doença, a ponto de prejudicá-lo até no trabalho.Então clique no link abaixo e boa sorte..

http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/060302/corpo/corpo.html

segunda-feira, abril 24, 2006

 

Isso lá em minas

Era uma vez lá em Minas Gerais um sapateiro muito pobre e carregado de filhos, que apesar de trabalhar como um condenado vivia na miséria. uma certa noite teve um sonho muito perturbador.O pobre mineiro sonhou que em um hotel lá no Rio de Janeiro ,estava escrito um número de um bilhete premiado da loteria federal.No sonho ele viu escrito atrás da porta do quarto 311 do hotel o bendito número.Ficou na maior aflição.Ficou uns três dias sem dormir.Tamanha era preocupação.Como Itajubá m g ficava perto do Rio.E ele ia mesmo toda semana lá para comprar couro para sua sapataria,resolveu ir no dito hotel.Com ele estava muito preocupado nem lembrou de abastecer o carro.Coitado. bem no meio do caminho acabou a gasolina.Nisso avistou um carrão,foi logo contando sua historia do tal quarto com o número.Os caras emprestaram um pouco de gasolina e saíram a mil por hora.Ai comentaram e ta mineiro ingênuo.Vamos lá copiar esse número e ficar rico.Os dois chegaram no hotel e foi logo pedindo a chave do quarto 311abriram a porta na maior afobação e não tinha nada escrito .Vamos pregar uma nesse Mineiro besta, cataram um lápis e inveteram um número.Saíram do hotel na maior gargalhada.Demorou um pouco lá estava o mineiro, o coitado correu pro quarto 311 lá estava escrito bem legível o tal número.Ai ele não agüentou a emoção e soltou um grito.Meu Deus do céu é o mesmo número que sonhei saiu correndo e comprou o bilhete,no dia seguinte foi ver o resultado quase desmaiou .Tinha dado no primeiro premio.Voltou pra sua cidade deu um carro de presente pro padre e ficou rico e esta muito feliz até hoje.

 

Significado de seus sonhos


Abdômen- Dores no abdômen: conquista de dinheiro. Pessoa casada sonhar com abdômen: infelicidade no amor. Sorte. avestruz.
Abelha - É sinal de prosperidade. Ser picada(o) por uma abelha: cuidado com inveja de colegas. Vê-las: lucros. Se uma mulher sonha estar sendo picada na face pode indicar ,gravidez. Sorte: borboleta.

Abismo- Vê-lo: você tem adversários poderosos. Sair de um: amor recuperado com dificuldades. Cair: cuidado, sérios obstáculos. O sonho com, abismo é sempre medo de alguma coisa. Sorte: touro.
Abóbora - Herança próxima. Lucros, inesperados. Sorte: porco.

Leia tudo no link http://cdwq.vilabol.uol.com.br/sonhar.htm

domingo, abril 23, 2006

 

Com muita sorte

Uma pessoa de sorte.A vida é assim mesmo.Tem que arriscar Gisela Skeff ANNIE DUKE A americana Annie Duke largou o doutorado em Psicologia para fazer o que gosta. Hoje, ela ganha até US$ 150 mil por mês jogando pôquer cacife dela é maior que o seu
O esporte do momento já tem sua rainha. Aos 40 anos, Annie Duke, a Duquesa do Pôquer, é a mulher que melhor domina a técnica de transformar em sorte o que seria um jogo de azar. Em 2004, no World Series of Poker (o WSPO, mais importante torneio do mundo), ela desbancou nove figurinhas tarimbadas, entre elas seu irmão, e levou sozinha US$ 2 milhões. Annie começou jogando para pagar as prestações da casa própria. A cada mês, passa uma semana na estrada disputando torneios. E ainda encontra tempo para criar quatro filhos. Num mês bom, fatura US$ 150 mil. Em seu melhor dia levou para casa US$ 300 mil. No pior, perdeu US$ 110 mil.
Cabelos longos, que ora estão escuros, ora claros, sorriso largo, Annie costuma sentar sobre uma das pernas e joga sempre com um iPod, ouvindo da banda de rock Cake ao som country de Willie Nelson. Nascida no Estado americano de New Hampshire, filha de professores universitários que se conheceram jogando cartas, Annie formou-se em Psicologia e em Inglês. Dias antes de defender sua tese de doutorado desistiu da carreira acadêmica. Motivo: uma crise nervosa que a deixou no hospital por duas semanas.
'Estava lutando comigo mesma para seguir os passos dos meus pais, e não o que eu queria', diz. Annie conta que abandonou o doutorado e resolveu dar um tempo. Foi então que se casou com Ben Duke. 'Na época, não tínhamos dinheiro, nem sabíamos o que fazer. Eu vivia meio como Poliana, achando que algo de bom iria acontecer', afirma.
E aconteceu. A fada madrinha de Annie foi seu irmão mais velho, Howard Leterer, campeão do WSOP. Em 1992, enquanto o visitava em Las Vegas, ela entrou num cassino e saiu de lá com US$ 300 dólares. Foi o bastante para reavivar os tempos de infância, quando passava noites jogando com a família. E nunca mais parou. Na terceira gravidez, encarou um torneio com a avantajada barriga de oito meses. Ficou em 10o lugar entre 512 inscritos e deu à luz duas semanas depois. Com esse resultado, Annie se tornou a mulher mais bem colocada na história do WSOP. Mas seus filhos estão sempre em primeiro lugar. 'Se tivesse de escolher entre ir a um torneio de pôquer e a uma peça de um de meus filhos, não há dúvidas que iria ao teatro', diz.
ANNIE DUKE
Quem é elaUma das poucas mulheres profissionais de pôquer que ganham muito dinheiro. Em 2005, foram mais de US$ 3 milhões
Como ela viveSeparada, mora com os quatros filhos em uma mansão em Los Angeles O que ela faz, além de jogarConsultoria de empresa de softwares de pôquer e dá aulas para artistas
ÉPOCA - Por que você escolheu viver de pôquer?Annie Duke - Quando comecei, ainda não havia os jogos pela TV. As pessoas olhavam os jogadores como personagens de um submundo. Não percebiam que o jogo requer técnica, habilidade e pode ser uma boa opção de carreira. Eu mesma nunca tinha encarado o pôquer como uma possibilidade profissional. Meu irmão passou a viver do jogo dez anos antes de mim. Só comecei porque vi o sucesso dele. Foi ele quem me deu o empurrão inicial.
ÉPOCA - Você se arrisca fazendo apostas altas na vida ou apenas no jogo?Annie - Só na mesa de pôquer. Tenho quatro filhos para criar.
ÉPOCA - Como é o dia-a-dia de uma mãe que joga pôquer profissionalmente?Annie - Tenho os mesmos desafios que qualquer mulher que trabalha fora. Tento conciliar carreira e filhos da melhor maneira. É difícil para qualquer um.
ÉPOCA - Você costuma jogar com seus filhos?Annie - Pôquer? Nunca.
ÉPOCA - O pôquer virou um fenômeno mundial. Essa popularidade vai continuar aumentando, ou o jogo está vivendo seus 15 minutos de fama?Annie - A tendência é que fique cada vez mais popular. Antes de ser um sucesso na TV, milhares de americanos já jogavam pôquer. Era só uma questão de descobrir uma maneira de transmiti-lo de forma envolvente. Como pôquer é muito fácil de aprender, mas bastante difícil de dominar, será sempre atraente na TV.'Quando jogam com uma mulher, os homens costumam deixar as emoções falar mais alto. Nessas horas, uma mulher com as mesmas habilidades acaba ganhando mais dinheiro'
ÉPOCA - Você se considera uma típica jogadora de pôquer?Annie - Posso dizer que sou o oposto do jogador de pôquer médio. A maioria são jovens, solteiros, jogam por curtição e costumam ter poucas responsabilidades na vida. Eu sustento minha família, tenho quatro filhos para alimentar, cães para cuidar. Não posso estar sempre viajando, indo a todos os torneios. E também não jogo por prazer. Faço do pôquer um negócio, um jeito de ganhar a vida. Além disso, eu sou mulher - o que me torna automaticamente diferente da grande maioria, que é homem.
ÉPOCA - Como você se sente sendo uma mulher em um universo tão masculino? Já foi desrespeitada?Annie - O fato de ser a única mulher numa mesa nunca me intimidou. No começo da carreira, fui subvalorizada, mas nunca desanimei. Tampouco pensei em desistir. Eu gosto de vencer desafios. A melhor resposta que eu dava às pessoas que me desrespeitavam era vencer, vencer, vencer.

CASEIRAAnnie viaja pouco para cuidar dos filhos e dos cães
ÉPOCA - Em um mesa de jogo, há vantagens em ser mulher?Annie - Muitas. No pôquer, as decisões precisam ser racionais. Quando você age com a emoção, certamente terá escolhido o pior caminho. Quando jogam com uma mulher, os homens costumam deixar as emoções falar mais alto. Isso acontece porque alguns querem dormir com as mulheres da mesa. Outros fazem pouco-caso da inteligência feminina. Há quem fique bravo pelo fato de as mulheres ousarem invadir aquele espaço tão masculino e ainda tentar ganhar o dinheiro deles. Pensar em qualquer dessas coisas na hora do jogo faz com que os homens tomem decisões equivocadas. Nessas horas, uma mulher com as mesmas habilidades de um homem acaba ganhando mais dinheiro que ele. Depende de como a mulher usa isso a seu favor.
ÉPOCA - É importante saber quem será seu adversário?Annie - Fundamental. Mesmo que eu nunca tenha visto as pessoas que estão jogando comigo, posso aprender muito sobre elas após algumas rodadas. Tento conhecê-las obsevando seus tiques e a forma como jogam e se expressam.
ÉPOCA - Quais são os pré-requisitos para vencer uma partida?Annie - Conhecer os adversários é mais importante que qualquer técnica ou truque. Saber como eles pensam, quando costumam apostar ou blefar. Isso é o que importa.
ÉPOCA - O que você sente quando ganha?Annie - Alívio por ter terminado. Pôquer é bem cansativo! Para vencer um torneio, você tem de jogar durante vários dias. É sempre um alívio quando tudo termina.
ÉPOCA - Você tem alguma superstição?Annie - Nenhuma.
ÉPOCA - Qual é sua maior ambição?Annie - Criar meus filhos felizes, saudáveis e interessantes. Quero que eles possam pensar por si próprios e tenham coisas inteligentes a dizer.
ÉPOCA - Você se considera bonita? Mudaria alguma coisa em seu corpo?Annie - Há dias em que me acho linda. Em outros, não. Tenho 1,55 metro de altura e peso 56,5 quillos. Adoraria que minhas pernas fossem mais finas, mas isso é no mundo ideal. No real, o que posso fazer, e farei em breve, é uma tatuagem. Só não escolhi ainda o lugar.

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